Não participei da performance nesse dia. Eu estava com fortes dores na coluna e na cabela e preferi ir embora porque nem andar conseguia, o lado direito do meu corpo tava travado todo.
Mas vou colocar trechos de relatos de vários colegas de turma e comentar alguma coisa.
A Medusa (em grego: Μέδουσα, Médousa, "guardiã", "protetora"[1] ), na mitologia grega, era um monstro ctônico do sexo feminino, uma das três Górgonas. Filha de Fórcis e Ceto[2] (embora o autor antigo Higino[3] interpole uma geração e cite outro casal ctônico como os pais da Medusa),[4] quem quer que olhasse diretamente para ela era transformado em pedra. Ao contrário de suas irmãs górgonas, Esteno e Euríale, Medusa era mortal;[5] foi decapitada pelo herói Perseu, que utilizou posteriormente sua cabeça como arma,[6] até dá-la para a deusa Atena, que a colocou em seu escudo. Na Antiguidade Clássica a imagem da cabeça da Medusa aparecia no objeto utilizado para afugentar o mal conhecido como Gorgoneion. (wikipedia)
Eu lembro quando foi escolhida a performance, foi uma proposta de Vini e todos acataram, pois foi uma coisa super criativa. Criar um estranhamento nas pessoas que estão indo pra casa depois de um dia de trabalho e param no sinal e tem pessoas ali brincando de pular saco. A performance foi sendo recreada de acordo com o tempo que passava, iam surgindo ideias novas. Lembro que antes de ir embora, ainda quando assisti o inicio da performance, falei com Naiara sobre andar e parar no sinal, como estatua e descobri que eles fizeram depois. Não sei como surgiu a ideia deles na hora, mas fiquei feliz deles terem feito.
Com dialogo com a citação prescrita acima, identifiquei a performance de medusa como um ato de liberdade, poder se libertar com algo que te trás uma lembrança da infância, com certeza é algo fantástico que carregamos como uma herança vivida. E o que o autor cita é que a criança (infância) é movida por algo “intrínseco”.Em alguns momentos que estávamos performando, muitas pessoas que paravam os carros no sinal, ficavam olhando, e outras não paravam de olhar dentro dos ônibus, não sei, mas creio que veio memórias na mente dessas pessoas, com lembranças da infância. Havia outras pessoas que criticavam e diziam: “que bando de marmanjo, vai arrumar uma enxada”. Mas pra muitos não foi essa a mensagem que foi passada. A performance tem varias interpretações na cabeça das pessoas que assistem aquele ato, poderia se dizer que é um ato de protesto, protestando as crianças que são escravizadas, ou poderia ser de crianças que sofrem abusos, não sei ao certo, pois são hipóteses de vertentes que tendem a ser formada através de vários pensamentos quando se juntam para olhar e ficar se perguntando. (Jeferson Tavares)
Lendo os relatos tive vontade de participar.
Concluo deixando a minha opinião, gosto de todos os tipos de performances, sejam elas "leves", engraçadas, sem sentido, estranhas, loucas, grotescas, forte, insana, enfim, é um tipo de arte que mexe verdadeiramente comigo, e acredito que quando feita em grupo tem uma força grandiosa, individualmente ou em pequenos grupos também tem a sua beleza, mas fico mais inspirada com aquelas em grupo, admito.
Um problema que estamos lidando também é o horário da aula, que é às 21h e é difícil achar um lugar para performar que tenha gente essa hora, mas vamos nos adaptando da melhor forma. (YULE SANTOS PIN)
Percebo como o horario da aula vem prejudicando um pouco as performances, não prejudicando. não sei se é a palavra certa a se usar, mas se fosse um horario mais cedo, talvez poderiamos explorar novos lugares, ter mais tempo ali para desenvolver a performance.
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