quarta-feira, 29 de julho de 2015

Dia 3: 01/09/2014

Tínhamos planejado uma aula diferente mas não conseguimos passar os jogos planejados. Primeiro íamos passar o aquecimento como de costume, depois íamos fazer o jogo "ruas e vielas" e então  "caiu no poço?". Estávamos trabalhando jogos tradicionais.
Ruas e Vielas é um jogo onde quando falamos "ruas" eles tem que formar ruas, esticam os braços na horizontal e quando falamos Vielas eles tinham que vira para a vertical. Durante esse processo duas pessoas era algum personagem: gato e rato, marido e mulher, cachorro e gato, essas coisas, e eles tinham que correr por essas ruas e vielas. Tentamos da esse jogo mas não conseguimos, tentamos explicar o que era as ruas e vielas, mostramos, fizemos, ajudamos, tentando de várias formas mas eles não conseguiam captar o que o jogo propunha, eles não conseguiam prestar atenção, não conseguiam entender. 
 *FOTO DO GOOGLE*

Ai tentamos o "caiu no poço?" que é um jogo onde estamos em uma roda e o meio da roda está livre, então uma pessoa vai até o meio que é a pessoa que "caiu no poço" e fala: cai no poço, e o pessoal que está na roda fala: e quem te tira? E a pessoa que está no meio fala o nome de uma pessoa que eles trocam de lugar, e assim vai. Era um jogo bem legal mas eles estavam super agitados, quando eles querem brincar de alguma coisa tem que ser aquilo, eles não aceitam propostas, eles queriam correr e pular e principalmente brincar de pique esconde, o que acabava prejudicando o que estávamos tentando passar, eles estavam super agitados.

Então fizemos o aquecimento, como sempre e o jogo que conseguimos propor foi o morto e vivo, e eles fizeram direitinho, por um tempo, depois queriam brincar. A Natália sugeriu um jogo bem legal: pipoca, panelinha e caixão. Pipoca você tem que pular, como a pipoca sendo estourada na panela. Panelinha é a mão na cabeça e gira, como um panela de pressão quando está saindo o ar, pelo menos foi essa a minha interpretação e caixão era deitado no chão. E eles gostam desse jogo. Depois liberamos eles para o pique esconde onde a gente ia acabar sofrendo com eles.

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