Hoje foi o primeiro dia da oficina e eu estava meio que nervosa e ansiosa. Eu sempre tive um sonho de ser cantora, o que chega a ser irônico porque minha voz é péssima. Enfim, essa oficina tem como pegada envolver o teatro, musica e dança. Não para músicos, cantores, dançarinos, mas sim para todos que gostam dessas áreas e querem investigar, perder vergonha, embarcar nessas áreas. Decidi fazer, acho que vai ser legal pra carreira profissional. Não dança e nem canto mas nada como tentar perder a vergonha mesmo sendo péssima nisso.
Começamos a aula nos conhecendo melhor. Cada um disse seu nome, idade, o que gostava da musica e seu contato com ela. Pude perceber que a maioria tinha vergonha que falar se sabia ou não cantar. Conhecia algumas pessoas ali que cantavam mas que falaram que não cantavam, por vergonha, talvez por não confiar tanto em si ou por não se sentir boa o suficiente para dizer que canta, difícil dizer o que passa na mente de alguém.
Rafa e Lazaro explicaram sobre a a oficina e proposta do curso. Já falamos sobre a abertura de processos mas não tem como ter um plano certo para a apresentação. O grupo tem que ta formado e já com conhecimentos, os professores precisam entender e conhecer melhor cada um e como é o trabalho de cada um pra poderem finalizar o projeto. Tivemos algumas ideias e debatemos algumas coisas. Como o fato de Lazaro da uma ideia da abertura final ser de acordo com alguma cultura, por ele estar curtindo bastante a banda Nico & Vinz, fazer alguma coisa nesse estilo e nessa pega africana. O pessoal prefere alguma coisa mais em português, então a Brunela deu a ideia de pesquisar algum artista brasileiro, alguma banda por exemplo da Bahia, sobre os negros e essas coisas, o que foi bem bacana. Rafa deu a ideia de escolher um cantor e se basear na historia dele e apresentar. Eu adorei ainda mais essa ideia. Se basear em algum cantor é uma coisa legal pois vamos conseguir seguir a historia, o sofrimento, as conquistas e ir indo, é mais fácil pra construir personagem e seria um musical sensacional.
Fizemos o jogo Musical da Violan e foi a primeira vez que fiz alguma coisa do tipo. Tenho muita vergonha de cantar e esse jogo tem que ir encenando e quando bate palma temos que falar as falas cantando até que tenha outra palma e então voltamos ao normal.
Meu grupo começou e posso dizer que foi muito engraçado, pelo menos pra mim. Escolhemos a sorveteria como o onde, eramos amigos e íamos sair da sorveteria sem pagar como O que. Não lembro como foi a historia mas cantamos principalmente sobre os sabores. Quando escuta a palma da uma super travada, ter que cantar uma fala é assustados, fora que improviso já sinto dificuldade porque travo, quando tem que cantar eu só sinto vontade de rir. Mas me divertir bastante fazendo, e o meu grupo era ótimo, eles tem uma harmonia legal e eles são bem dinâmicos.
O outro grupo se apresentou e pude perceber o quão nervosos e confusos eles estavam, pude perceber a dificuldade que eles sentiram em fazer, porque cantar é bem complicado mesmo na hora do improviso.
Mudamos os grupos e apresentamos outra vez.
Depois sentamos e fizemos um jogo que a pessoa tinha que começar a cantar e quando ela parasse outra tinha que continuar a musica com a ultima palavra da musica passada. Pude perceber o quão pobre de musica brasileira eu sou. Já não sou boa em agir sobre pressão, lembrar as coisas sobre pressão é praticamente impossível pra mim, tudo foge e eu estava realmente nervosa ali. Foi quase impossível lembrar de musica e o engraçado era que eu conhecia bastante das musicas ali cantadas.
Depois conversamos sobre o que achamos da aula.
Relatos finais: gostei bastante, acho que vai ser uma oficina que vai ser boa pra mim, principalmente com a vergonha e desenvolver isso em mim, um pouco mais de coragem pra fazer até as coisas que não sei fazer, ir me "superando", cada vez tentar evoluir um pouco mais. Rafa é uma excelente profissional, como professora ela é mesmo muito boa, ela é direta e tem bastante didática. Lazaro precisa ter mais controle e menos insegurança. Por mais insegura tentar sempre não passar muito isso, ele é um ótimo cantor e de certa forma essa oficina, ele como monitor, vai fazer com que ele cresça como profissional e como ator e cantor, porque quando ensinamos, aprendemos bem mais.
Preciso conhecer mais a cultura brasileira, musicas antigas e novas, todos os estilos.
Fizemos o jogo Musical da Violan e foi a primeira vez que fiz alguma coisa do tipo. Tenho muita vergonha de cantar e esse jogo tem que ir encenando e quando bate palma temos que falar as falas cantando até que tenha outra palma e então voltamos ao normal.
Meu grupo começou e posso dizer que foi muito engraçado, pelo menos pra mim. Escolhemos a sorveteria como o onde, eramos amigos e íamos sair da sorveteria sem pagar como O que. Não lembro como foi a historia mas cantamos principalmente sobre os sabores. Quando escuta a palma da uma super travada, ter que cantar uma fala é assustados, fora que improviso já sinto dificuldade porque travo, quando tem que cantar eu só sinto vontade de rir. Mas me divertir bastante fazendo, e o meu grupo era ótimo, eles tem uma harmonia legal e eles são bem dinâmicos.
O outro grupo se apresentou e pude perceber o quão nervosos e confusos eles estavam, pude perceber a dificuldade que eles sentiram em fazer, porque cantar é bem complicado mesmo na hora do improviso.
Mudamos os grupos e apresentamos outra vez.
Depois sentamos e fizemos um jogo que a pessoa tinha que começar a cantar e quando ela parasse outra tinha que continuar a musica com a ultima palavra da musica passada. Pude perceber o quão pobre de musica brasileira eu sou. Já não sou boa em agir sobre pressão, lembrar as coisas sobre pressão é praticamente impossível pra mim, tudo foge e eu estava realmente nervosa ali. Foi quase impossível lembrar de musica e o engraçado era que eu conhecia bastante das musicas ali cantadas.
Depois conversamos sobre o que achamos da aula.
Relatos finais: gostei bastante, acho que vai ser uma oficina que vai ser boa pra mim, principalmente com a vergonha e desenvolver isso em mim, um pouco mais de coragem pra fazer até as coisas que não sei fazer, ir me "superando", cada vez tentar evoluir um pouco mais. Rafa é uma excelente profissional, como professora ela é mesmo muito boa, ela é direta e tem bastante didática. Lazaro precisa ter mais controle e menos insegurança. Por mais insegura tentar sempre não passar muito isso, ele é um ótimo cantor e de certa forma essa oficina, ele como monitor, vai fazer com que ele cresça como profissional e como ator e cantor, porque quando ensinamos, aprendemos bem mais.
Preciso conhecer mais a cultura brasileira, musicas antigas e novas, todos os estilos.
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